Quando Acontecerá o Arrebatamento?

Escatologia12 min de leitura

1. Introdução: Por que o Tempo do Arrebatamento Importa

Entre cristãos evangélicos que creem em um futuro Arrebatamento da igreja, o debate central não é se o Arrebatamento ocorrerá, mas quando ele ocorrerá em relação à futura Tribulação. A posição do Arrebatamento pré‑tribulacional (pré‑tribulacionismo) ensina que Cristo arrebatará Sua igreja antes que comece a Tribulação de sete anos (a septuagésima semana de Daniel).

Este artigo defende que o Arrebatamento é pré‑tribulacional. Ele mostrará, à luz das Escrituras, que:

  • O Arrebatamento e a Segunda Vinda são eventos distintos.
  • O Arrebatamento é iminente e sem sinais prévios.
  • Crentes da era da igreja têm a promessa de isenção da ira escatológica de Deus.
  • A igreja está ausente dos principais textos sobre a Tribulação.
  • O foco principal da Tribulação é Israel e as nações, não a igreja.

Compreender esses pontos é essencial para uma escatologia coerente e biblicamente fundamentada.


2. Distinguindo o Arrebatamento da Segunda Vinda

Uma questão fundamental na escatologia bíblica é se o Arrebatamento (1 Tessalonicenses 4; 1 Coríntios 15) e a Segunda Vinda (Mateus 24; Apocalipse 19) descrevem o mesmo evento ou duas fases distintas da volta de Cristo.

2.1 Principais Textos sobre o Arrebatamento

As passagens clássicas sobre o Arrebatamento são:

“Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro;
depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados, juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor.”
1 Tessalonicenses 4:16–17

“Eis que eu vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta; a trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.”
1 Coríntios 15:51–52

Essas passagens enfatizam a transformação e ressurreição dos crentes da era da igreja, o encontro com Cristo nos ares e o estar com Ele para sempre.

2.2 Principais Textos sobre a Segunda Vinda

Em contraste, as passagens sobre a Segunda Vinda descrevem o retorno visível de Cristo à terra, em juízo e glória:

“Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.”
Mateus 24:30

“Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro chama‑se Fiel e Verdadeiro… Sai da sua boca uma espada afiada, para com ela ferir as nações…”
Apocalipse 19:11, 15

Aqui o foco está na descida de Cristo à terra, no juízo das nações e no estabelecimento do Reino Milenar.

2.3 Características Contrastantes

Infográfico comparando as principais diferenças entre o arrebatamento e a segunda vinda de Cristo.
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Infográfico comparando as principais diferenças entre o arrebatamento e a segunda vinda de Cristo.
Infográfico lado a lado comparando o arrebatamento e a segunda vinda de Cristo, destacando localização, participantes, propósito e principais referências bíblicas.

Colocadas lado a lado, as diferenças são marcantes e sustentam fortemente duas etapas distintas da vinda de Cristo:

Arrebatamento (ex.: 1Ts 4; 1Co 15)Segunda Vinda (ex.: Mt 24; Ap 19)
Cristo vem nos ares (1Ts 4:17)Cristo vem à terra (Zc 14:4)
Cristo vem para os Seus santos (1Ts 4:16–17)Cristo vem com os Seus santos (1Ts 3:13; Ap 19:14)
Crentes são arrebatados (1Ts 4:17)Ímpios são removidos em juízo (Mt 24:37–41)
Não é descrito juízo sobre a terraO foco central é o juízo sobre a terra (Mt 25:31–46; Ap 19:15)
Não há menção de estabelecer o reinoSegue‑se explicitamente o Reino (Mt 25:34; Ap 20:1–6)
Um “mistério” não revelado no AT (1Co 15:51)Profetizado repetidas vezes no AT (Zc 12–14; Jl 3)

O Arrebatamento é um evento de transformação/ressurreição para a igreja, enquanto a Segunda Vinda é uma manifestação pública em juízo e reinado. Essas diferenças se encaixam naturalmente se o Arrebatamento preceder a Tribulação e a Segunda Vinda a encerrar.


3. A Iminência do Arrebatamento

Um ponto central da posição pré‑tribulacional é que o Arrebatamento é iminente — pode ocorrer a qualquer momento, sem que haja qualquer evento profético específico que necessariamente o anteceda.

3.1 Expectativa no Novo Testamento

O Novo Testamento repetidamente exorta os crentes a vigiar, esperar e aguardar a própria pessoa de Cristo, e não o Anticristo ou sinais específicos da Tribulação:

  • “…enquanto esperam que se revele nosso Senhor Jesus Cristo.” (1 Coríntios 1:7)
  • “…de onde aguardamos ansiosamente um Salvador, o Senhor Jesus Cristo.” (Filipenses 3:20)
  • “…para aguardarem dos céus o seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos — Jesus, que nos livra da ira que há de vir.” (1 Tessalonicenses 1:10)
  • “…aguardando a bendita esperança, a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo.” (Tito 2:13)
  • “Perto está o Senhor.” (Filipenses 4:5)
  • “Sede, pois, pacientes… porque a vinda do Senhor está próxima… eis que o Juiz está às portas.”
    Tiago 5:7–9

Esses textos fazem mais sentido se o Arrebatamento for sem sinais prévios e puder ocorrer em qualquer tempo. Se a igreja tivesse de passar por partes identificáveis da Tribulação de sete anos, os crentes seriam instruídos a vigiar por esses sinais, e não diretamente por Cristo em Si.

3.2 Iminência e Visões Alternativas

  • As posições meso‑tribulacional, pré‑ira e pós‑tribulacional exigem anos de eventos proféticos específicos (aliança com Israel, abominação da desolação, juízos dos selos e trombetas, etc.) antes que o Arrebatamento possa ocorrer.
  • Nessas perspectivas, o Arrebatamento não pode ser verdadeiramente “a qualquer momento”; ele estará, no mínimo, a 3½, 5½ ou 7 anos de distância, uma vez iniciado o período da Tribulação.

Somente o pré‑tribulacionismo preserva uma iminência autêntica, em harmonia com a linguagem de expectativa persistente no Novo Testamento e com a antiga invocação da igreja, Maranata (“Vem, Senhor”, 1 Coríntios 16:22).


4. “Não Destinados para a Ira”: A Igreja e o Juízo Divino

A Escritura afirma explicitamente que os crentes da era da igreja não foram destinados para experimentar a ira escatológica de Deus.

4.1 1 Tessalonicenses: Livres da Ira Vindoura

Paulo elogia os tessalonicenses por sua conversão e expectativa:

“…para esperarem dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos — Jesus, que nos livra da ira que há de vir.”
1 Tessalonicenses 1:10

Mais adiante ele explica:

“Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançarmos a salvação, mediante nosso Senhor Jesus Cristo…”
1 Tessalonicenses 5:9

No contexto imediato (1 Tessalonicenses 5:1–3), essa “ira” está conectada ao Dia do Senhor — um período de repentina destruição que sobrevém a “eles” (incrédulos), não a “vós” (crentes).

O contraste entre:

  • eles que dizem “paz e segurança” e são surpreendidos pela destruição (5:3), e
  • vós que “não estais em trevas” e, portanto, não sereis surpreendidos (5:4–5),

indica que os crentes não estarão presentes quando a ira do Dia do Senhor cair.

4.2 Apocalipse 3:10 — Guardados da Hora

Na carta à igreja de Filadélfia, Cristo promete:

“Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para pôr à prova os que habitam sobre a terra.”
Apocalipse 3:10

Observações importantes:

  • A promessa não é apenas ser guardado durante a provação, mas ser guardado da própria hora — do período de tempo em si.
  • A “hora da provação” é mundial (“sobre o mundo inteiro”), não apenas uma perseguição local.
  • No contexto do Apocalipse, a única “hora da provação” global ainda futura é a Tribulação descrita nos capítulos 6–18.

A expressão “guardar de” (grego: tēreō ek) é extremamente significativa. Em João 17:15 a mesma construção aparece:

“Não peço que os tires do mundo, mas que os guardes do maligno.”

Em nenhum desses textos tēreō ek significa apenas proteger permanecendo dentro; a ideia é de proteção por separação do domínio ou período em questão.

Apocalipse 3:10, portanto, harmoniza‑se perfeitamente com um Arrebatamento pré‑tribulacional: Cristo removerá os Seus da própria linha do tempo da futura provação mundial.


5. A Ausência da Igreja em Apocalipse 6–18 e a Remoção do Restritor

5.1 Silêncio sobre a Igreja nos Capítulos da Tribulação

A palavra ekklēsia (“igreja”) aparece 19 vezes em Apocalipse 1–3 e uma vez em 22:16. Ela está completamente ausente nos capítulos 4–18, que contêm o relato mais detalhado da Tribulação.

  • Apocalipse 1–3: a igreja está na terra, sendo diretamente advertida e exortada.
  • Apocalipse 4–5: a igreja aparece simbolicamente como os vinte e quatro anciãos no céu — coroados, entronizados e adorando o Cordeiro.
  • Apocalipse 6–18: intensos juízos sobre “os que habitam sobre a terra”; nenhuma menção à igreja.
  • Apocalipse 19: a noiva do Cordeiro está no céu, vestida de linho finíssimo (as obras justas dos santos), pronta para retornar com Cristo em glória (19:7–14).

Esse padrão é melhor explicado se a igreja foi arrebatada ao céu antes que os selos sejam abertos em Apocalipse 6. Há, de fato, santos na terra durante a Tribulação, mas são santos da Tribulação, não o corpo de Cristo já completo e glorificado.

5.2 2 Tessalonicenses 2: O Restritor

Paulo fala do “homem da iniquidade” (o Anticristo), cuja manifestação está atualmente sendo refreada:

“E, agora, sabeis o que o detém, para que ele seja revelado somente em ocasião oportuna… Aquele que agora o detém o fará até que seja afastado; então, será, de fato, revelado o iníquo…”
2 Tessalonicenses 2:6–8

Fatos principais sobre o Restritor:

  1. Ele refreia a iniquidade e a revelação do Anticristo.
  2. Ele precisa ser removido antes que o Anticristo possa ser revelado.
  3. Ele é poderoso o suficiente para conter o programa de Satanás.

O único candidato adequado é o Deus Espírito Santo, especialmente em Seu ministério nesta era, por meio da igreja:

  • O Espírito é onipotente e soberano sobre Satanás.
  • Ele refreia o pecado no mundo (cf. Gênesis 6:3).
  • Desde o Pentecostes Ele habita e atua de modo singular na igreja (1 Coríntios 3:16; 6:19).

Quando a igreja for arrebatada, o ministério restritivo atual do Espírito, em e através da igreja, será afastado, permitindo que o “mistério da iniquidade” transborde e o Anticristo seja revelado. O Espírito continuará, evidentemente, atuando na salvação (como se vê nas multidões salvas durante a Tribulação), mas a contenção que caracteriza esta era terá cessado.

Mais uma vez, isso se ajusta naturalmente a um Arrebatamento pré‑tribulacional: primeiro a igreja é removida, depois o homem da iniquidade é revelado, então os juízos do Dia do Senhor são derramados.


6. O Propósito e o Foco da Tribulação

A Tribulação (a septuagésima semana de Daniel) tem propósitos claramente definidos nas Escrituras, nenhum dos quais exige a presença da igreja.

6.1 Tempo de Angústia para Jacó

Linha do tempo do arrebatamento pré-tribulacional mostrando a era da igreja, a tribulação, a segunda vinda e o milênio.
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Linha do tempo do arrebatamento pré-tribulacional mostrando a era da igreja, a tribulação, a segunda vinda e o milênio.
Infográfico horizontal de linha do tempo profética mostrando o arrebatamento pré-tribulacional antes da septuagésima semana de Daniel, seguido da segunda vinda e do reino milenar.

Jeremias declara:

“Ah! Que dia! Porque é grande, e não há outro semelhante; é tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será salvo dela.”
Jeremias 30:7

Aqui o foco é explicitamente Israel (“Jacó”), não a igreja. Daniel 9:24–27 também afirma que as setenta “semanas” são decretadas:

“…sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade [Jerusalém]…”
Daniel 9:24

A Tribulação é o período em que:

  • Deus conduz Israel ao arrependimento e à fé no Messias (cf. Zacarias 12:10; Mateus 23:39; Romanos 11:26–27).
  • Deus julga as nações gentílicas por sua rebelião e pelo tratamento dado a Israel (cf. Joel 3:1–2; Sofonias 3:8).

A igreja, um corpo distinto formado no Pentecostes (Atos 2; 1 Coríntios 12:13), não está em vista nessas profecias do Antigo Testamento. É coerente, portanto, que a igreja seja removida antes que Deus retome Seus tratos pactuais com o Israel nacional na septuagésima semana de Daniel.

6.2 Tempo de Provação Global

Apocalipse 3:10 descreve a crise vindoura como “a hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para pôr à prova os que habitam sobre a terra”. A expressão “os que habitam sobre a terra” em Apocalipse refere‑se constantemente à humanidade incrédula e obstinada (por exemplo, Ap 6:10; 8:13; 11:10; 13:8, 12, 14).

A Tribulação é, portanto, um período de exposição e juízo sobre a humanidade não regenerada. O propósito da igreja não é ser testada para salvação, mas ser apresentada santa e irrepreensível a Cristo (Efésios 5:25–27) e reinar com Ele.


7. Implicações Práticas de um Arrebatamento Pré‑Tribulacional

Embora a questão do tempo do Arrebatamento seja doutrinária, ela também traz implicações práticas e pastorais significativas.

7.1 Consolo e Encorajamento

Paulo conclui o ensinamento sobre o Arrebatamento dizendo:

“Consolai‑vos, pois, uns aos outros com estas palavras.”
1 Tessalonicenses 4:18

A bendita esperança (Tito 2:13) consola os crentes porque assegura:

  • Nossa salvação plena e transformação antes do derramamento da ira divina.
  • A consumação da obra de Cristo em Sua igreja, antes que Deus retome Seu programa com Israel.
  • A proximidade de ver a Cristo, e não apenas a proximidade de catástrofes.

7.2 Motivação para Santidade e Serviço

A iminência produz um senso intensificado de responsabilidade:

“Filhinhos, agora, pois, permanecei nele, para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança e dele não nos afastemos envergonhados na sua vinda.”
1 João 2:28

Saber que Cristo pode vir a qualquer momento impulsiona os crentes a:

  • Buscar santidade (1 João 3:2–3).
  • Abundar na obra do Senhor (1 Coríntios 15:58).
  • Viver em vigilância e prontidão, e não em acomodação.

8. Conclusão: Por que o Arrebatamento Deve Ser Pré‑Tribulacional

Uma leitura cuidadosa, literal e contextual das Escrituras aponta fortemente para a conclusão de que o Arrebatamento da igreja ocorre antes da Tribulação:

  • O Arrebatamento e a Segunda Vinda possuem características distintas que se harmonizam melhor em uma vinda em duas etapas, separadas pela septuagésima semana de Daniel.
  • A iminência do retorno de Cristo encaixa‑se naturalmente apenas com um Arrebatamento pré‑tribulacional.
  • A igreja é declarada explicitamente não destinada para a ira e recebe a promessa de ser guardada da própria hora da provação mundial.
  • A ausência da igreja nos capítulos do Apocalipse que descrevem a Tribulação e a remoção do Restritor antes da revelação do Anticristo concordam com a tradução prévia da igreja.
  • O propósito e o foco da Tribulação dizem respeito a Israel e às nações, não ao corpo de Cristo já completo.

Por essas razões, a visão do Arrebatamento pré‑tribulacional oferece a resposta mais coerente e biblicamente fiel para a pergunta: “Quando acontecerá o Arrebatamento?” Ela preserva a bendita esperança da volta de Cristo a qualquer momento para buscar Sua noiva e mantém a integridade dos planos distintos de Deus para a igreja e para Israel no desdobramento das profecias do fim dos tempos.

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Perguntas Frequentes

Quando vai acontecer o Arrebatamento?
De acordo com a visão pré-tribulacionista, o Arrebatamento ocorrerá ANTES do início da Tribulação de sete anos. Embora não saibamos a data exata, a Escritura o apresenta como iminente — pode acontecer a qualquer momento, sem que nenhum evento profético específico precise ocorrer antes.
Os crentes passarão pela Tribulação?
Não. A Bíblia afirma que os crentes da era da igreja “não estão destinados para a ira” (1Ts 5.9) e serão guardados “da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro” (Ap 3.10). A Tribulação é “tempo de angústia para Jacó” (Jr 30.7), com foco em Israel, não na igreja.
O que significa dizer que o Arrebatamento é iminente?
Imminência significa que o Arrebatamento pode ocorrer a QUALQUER momento. Nenhum sinal ou evento profético precisa acontecer antes. O Novo Testamento exorta os crentes a “esperar dos céus o seu Filho” (1Ts 1.10) e declara que “o Senhor está perto” (Fp 4.5), linguagem de expectativa constante.
Por que a igreja está ausente nos capítulos da Tribulação em Apocalipse?
A palavra “igreja” aparece 19 vezes em Apocalipse 1–3, mas desaparece totalmente nos capítulos 6–18, que descrevem a Tribulação. Isso sugere que a igreja já foi retirada da terra. Os vinte e quatro anciãos no céu (Ap 4–5), coroados e entronizados antes dos juízos, provavelmente representam a igreja glorificada.

L. A. C.

Teólogo especializado em escatologia, comprometido em ajudar os crentes a compreender a Palavra profética de Deus.

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